Domínios da Net vão mudar em 2010

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Nomes de marcas, termos populares, ou letras noutros alfabetos que não o romano. Confuso? São as novas regras da criação de domínios da Net que devem entrar em vigor em 2010.

Segundo a Lusa, as novas regras para a criação de domínios da Internet ainda não estão concluídas, mas tudo leva a crer que a ICANN, enquanto entidade que gere o registo de endereços da Web no mundo, vai mesmo avançar com a liberalização dos domínios.

Com a mudança de regras, a formação de domínios deixa de estar confinada aos tradicionais sufixos “.pt”, “.com” ou .”org”, entre outros.

Marcas, empresas, entidades ou indivíduos ganham poder para propor a constituição de domínios em várias línguas – o que abre caminho ao registo de endereços que terminam em sufixos como “.amor”, “.mundo”,".games", “.world”, ou termos com os mais variados significados noutros alfabetos que não o romano (cirílico, arábico, por exemplo) ou mesmo caracteres japoneses ou chineses.

No português, destaque ainda para a possibilidade de usar acentos e cedilhas.

VMware apresenta nova linha de produtos

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A VMware, maior fabricante de programas de virtualização do planeta, anunciou nesta terça-feira (21/04) que fará a maior actualização nos últimos três anos da sua linha de produtos.

A companhia informou que o vSphere 4 é uma nova categoria de software que oferecerá benefícios de computação em nuvem a sistemas de TI e data centers internos.

Bogomil Balkansky, vice-presidente de marketing de produto da unidade de servidores da VMware, disse que o vSphere permite aos usuários de pequeno e grande porte simplificar a TI interna e usar apenas o que é realmente necessário, levando a uma redução de gastos.

“O consumidor decide do que precisa e quanto quer pagar; a grande diferença é que não é necessário preocupar-se com os gastos de unir armazenamento e rede, uma vez que isso já é feito pelo produto”, explicou ele.

«Não podemos e não vamos pagar», diz The Pirate Bay

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«Nós não podemos pagar e não vamos pagar», declarou um dos fundadores do The Pirate Bay, Peter Sunde, depois de terem sido condenados a um ano de prisão e a uma indemnização de 30 milhões de coroas suecas (2,72 milhões de euros) a várias empresas da indústria de entretenimento, por incentivo à violação dos direitos de autor.

Num vídeo gravado na passada sexta-feira, dia em que o veredicto foi conhecido, Sunde, conhecido pelo seu comportamento zombeteiro, foi mostrando à câmara papéis, onde, entre outras coisas, escreveu: «eu devo-vos», acrescentando que «isto é a demonstração sobre como vocês terão o nosso dinheiro».

«Ainda que tivesse a quantia, preferia queimá-la e não daria nem as cinzas», continuou o co-fundador do site, que disponibiliza, através da tecnologia torrent, uma forma de os utilizadores partilharem conteúdo ilegal. «É muito bizarro termos sido condenados e mais bizarro ainda é termos sido condenados como uma quadrilha organizada», considerou o responsável.

O advogado de Sunde, Peter Althin, explicou que ele estava confiante que o tribunal de Estocolmo ia desistir do caso, naquilo que descreve como uma batalha entre o mundo empresarial e «uma geração de jovens pessoas que quer ser parte da nova tecnologia».

Hackers invadem programas do Pentágono

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Hackers conseguiram entrar no programa mais caro de armamento do Pentágono, o projecto do avião caça F-35, informa o Wall Street Journal.

Citando altos funcionários e ex-funcionários do governo norte-americano, o jornal afirma que hackers conseguiram copiar dados do programa de 300 mil milhões de dólares, baptizado de Joint Strike Fighter, o que pode torná-lo mais vulnerável.

Invasões semelhantes foram registadas nos últimos meses no sistema de controlo da Força Aérea dos EUA, segundo as mesmas fontes.

O Wall Street Journal já havia revelado a invasão dos computadores utilizados para administrar o sistema de distribuição de energia eléctrica e outras infra-estruturas nos EUA.

Um relatório recente do Pentágono destaca que a guerra cibernética faz parte das prioridades de Pequim, e que várias invasões na rede do governo norte-americano e de outros países «parecem proceder» da China.